"Não sou um embriagado, muito menos um santo. Um feiticeiro não deveria ser um "santo"... Deveria poder descer tão baixo como um piolho e elevar-se tão alto como uma águia... Deve ser deus e diabo ao mesmo tempo. Ser um bom feiticeiro significa estar no meio da tormenta e não se protejer. Ou seja, experimentar a vida em todas as suas fases. Ser o louco de vez em quando. Isso também é sagrado."
Corço Vermelho
(bruxo sioux da tribo Lakota)
|
Artista plástico, professor e pesquisador. Formado no curso Superior de Pintura e em Licenciatura Plena em Desenho pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP).
É doutor pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH-UFSC) com tese sobre A Arte Visionária e a Ayahuasca. A pesquisa trata de algumas relações entre a arte e consciência, buscando exemplos da expressão das visões realizadas por artistas com experiências de estados não ordinários de consciência.
Atualmente é orientador de pesquisas em arte na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) e na Universidade Rose Croix Internacional (URCI-AMORC).
Participa do Grupo de Estudos em Arte&Tecnologia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (PPGTE-UTFPR), instituição onde concluiu o mestrado em 2003, com dissertação tratando da influência da tecnologia nos processos criativos.
Faz parte da equipe de organização do Research Centre for the Study of Psycointegrator Plants, Visionary Art and Consciousness (Wasiwaska).
É pesquisador correspondente do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP).
Curriculo Lattes |